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Aprenda sobre o Alzheimer

Publicado em 21 de Sep de 2015 por Redação |COMENTE

A doença aparece principalmente na terceira idade, mas pode acontecer antes



Guilherme Bomfim | Foto Shutterstock

alzheimer

O alzheimer aparece com maior frequência para pessoas com mais de 65 anos

Dia 21 de setembro é o Dia Mundial da Conscientização sobre a Doença de Alzheimer. Causada pela perda de neurônios e capacidades mentais, ela aparece com maior frequência em pessoas com mais de 65 anos. Atualmente estima-se que 750 mil brasileiros possuem a doença.

Pessoas diagnosticadas precocemente tendem a controlar o avanço. A doença é sinalizada pela perda de memória recente e por dificuldades de racicínio. Atualmente existem remédios que ajudam no avanço, entretanto, Paulo Bertolucci, doutor em Neurologia pela Universidade Federal de São Paulo, afirma que “A medicação faz com que a progressão seja mais lenta ou haja estabilização, mas ao longo do tempo a resposta é perdida”.

Existem três fases da doença: Na fase leve, a pessoa tem dificuldades para fazer atividades mais complexas, como controlar as finanças. Já na fase moderada, essas atividades estão completamente comprometidas. Já na fase grave, até coisas simples, como tomar banho ou se trocar, já não é tarefa fácil para a pessoa e a pessoa não pode ficar sozinha.

Veja algumas dicas para retardar o início do Alzheimer:

- Manter a atividade intelectual ativa ajuda a elevar a velocidade das sinapses, fazendo com que um maior número de neurônios tenha que ser perdido para começar a apresentar o problema.

- Estimular atividades prazerosas durante a terceira idade é outro ponto que ajuda a prevenir a doença, já que a pessoa fica constantemente utilizando o cérebro.

- Uma alimentação saudável e balanceada também ajuda na prevenção do Alzheimer.

- Consumir alimentos que incentivam o fluxo sanguíneo cerebral, é ótimo para retardar o aparecimento do problema.

Paulo Bertolucci, doutor em Neurologia pela Universidade Federal de São Paulo e pós-doutorado pela Universidade de Londres. Professor adjunto e livre docente na Disciplina de Neurologia da Universidade Federal de São Paulo/ UNIFESP. Chefe do Setor de Neurologia do Comportamento – Universidade Federal de São Paulo/ UNIFESP.


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